sexta-feira, 10 de abril de 2009

Puta que pariu

P.s.: Este conto é dedicado a todo aquele que ta P. da vida.

Sabe quando você ‘tá na merda?
Sabe quando você já ‘ta “p” da vida e escreve aquela, esta mesmo, uma puta besteira?
Pois é assim que me sinto todas as vezes que escrevo. Nada (em forma de letra de minha autoria) vai levantar o tom e nem apontar o dedo na minha cara.
Então, sabe aquela puta vontade de xingar um palavrão, que de tão ‘palavrudo’ ele nem existe?
Aquele bom e velho “foda-se”.
E mandar todo mundo tomar...
... no copo de bichinhos?
Ou simplesmente o clássico: “vai cagar”.
Que tal o famoso “dedinho feio”...
Cacete! Bem pronunciado, em alto e bom tom.
Filha de puta.
Desgraçado.
Com todas as suas forças!
Porra.
Puta que merda!
Vai se danar.
É... ainda não adiantou?
Então foda-se, vamos beber.
“-Desce a branquinha ai amigo”.



Tatiana Aloha Farias Orthega, 12 de abril de 2009, 00:40

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